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Caça-preços

Março 21, 2007

cacaprecos4.jpg Conhece aquela sensação de que estamos a comprar algo numa loja e que a 2 quarteirões dali, o mesmo artigo é mais barato €20? Ou quando compramos uma máquina fotográfica digital por €500 e, na semana seguinte, a mesmíssima máquina custa menos 30% do preço que pagou por ela? Então se conhecer o caça-preços da IOL (www.precos.iol.pt) não vai querer outra coisa. Ponha o detective da IOL à procura do melhor preço.

Eu já exprimentei. Aconselho. Fui ao site e comparei todas as mini-máquinas de lavar loiça – era o que eu pretendia. Fui redireccionado para o site da loja que tinha essa máquina ao melhor preço (www.rebelio.com, no caso) e formalizei a minha encomenda. Uma semana depois recebi a máquina em casa. E paguei na hora, em dinheiro. Não é preciso cartões de crédito nem nada do género. Quer alguma coisa? Encomende. Se não gostar (há uma opção, paga à parte, que permite isto)  – mande simplesmente devolver.

Diga-me o que comprou! benaventense@gmail.com

Abraço e boas compras.

V for Vendetta

Fevereiro 25, 2007

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Um romance alternativo. Muito charme. Imperdível!

Imagine vestir uma máscara (não a que está a usar agora - uma qualquer!) e sob o completo anonimato poder fazer o que lhe apetece? O que faria? Eu vestir-me-ia com um fato de piloto branco, um capacete branco e viseira fumada e correria para stig.gifa ponte Vasco da Gama para tentar convencer os txunners de que eu é que sou o Stig.

Mas este tipo não. Ele encheu de charme uma idiologia e lutou por ela. É nobre! Repetindo V’s como ninguém, o cavalheiro consegue destruir uma ditadura controlador, bem ao estilo Big Brother. Isto passa-se num futuro próximo, quase paralelo ao nosso, apenas dividido por um hiato onde se deu alguma situação a nível planetário (subentende-se) que provocou um caos geral e em particular na Inglaterra. É aí que tudo se desenrola. O louco mascarado que aparecia a salvar damas em apuros foi-se tornando um mito e, mais tarde, torna-se n’O caminho e a personificação da salvação. Apenas servindo de veiculo entre o descontentamento das massas e o elitismo surdo do governo (além de uma midia completamente controlada), o nosso herói apaixona-se, é apaixonante e, sob fortes convições de liberdade e democracia, consegue derrubar um regime – que implodiu no seu próprio vazio. Cito uma frase mensionada no início do filme e ecoada no final: “morre o homem, mas a palavra é imortal”. Produzido e realizado em UK, é um filme de princípios. Não para ser visto com a amante e uma cerveja, mas para apreciar com a sua mulher e um bom vinho, enquanto lhe diz que vai passar o próximo fim-de-semana fora.

Vai ver que acaba por não ir.

Abraço e bons filmes